Sou a flor,
A flor do amor,
que ferfuma onde vou
e que me querem presentear
como prova
de amar...
"Meus amigos são todos assim:
metade loucura, outra metade santidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril"
Fernando Pessoa
"Você diz que ama a chuva, mas você
abre seu guarda-chuva quando chove.
Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando
o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas
quando o vento sopra.
É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me
ama"
William Shakespeare
"A chuva é ótima, amo me banhar nela, mas nem sempre posso ficar molhada, então preciso abrir o chapéu.
O Sol é maravilhoso, mas quando ele está muito quente, me queima, então preciso de uma sombra.
O vento é refrescante e bom de sentir, mas quando está muito forte me traz dificuldades para respirar e traz com ele objetos que me machuca, ou se ele está muito frio me congela, então preciso me proteger dele.
Se você não encharcar, não queimar, não machucar e não for gelado com os que te amam, não precisará ter medo."
Anabeloni
"Segundo o estudo Mapa da Violência no Brasil 2010, do Instituto Sangari, durante um período de dez anos...ocorreram dez assassinatos de mulheres por dia no país. O índice é de 4,2 mortes por 100 mil habitantes, uma média acima do padrão internacional."(Jornal O Tempo.julho 2010)
Destas dez mulheres que morrem a cada dia, mais de cinco são mortas pelos seus parceiros. Em média 25% das mulheres são vitimas de violência domestica, 4 em 5 faltas no trabalho, são por motivos de violência doméstica. A cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas violentamente. Há dez anos, eram oito mulheres violentadas no mesmo período. Esses são dados de uma pesquisa divulgada pela Fundação Perseu Abramo em fevereiro deste ano. Contudo, estima-se que cerca de 50% dessas mulheres apenas prestam queixa e, mesmo entre essas, grande parte ainda retira a ocorrência por medo. Muitas destas mulheres vítimas de violência acabam por agredirem seus filhos.
A mulher tem direitos iguais aos homens, não podem ser tratada de modo desigual e violento. A lei Maria da Penha surgiu para garantir este direito e dar proteção as mulheres vítimas de violências.
"Art. 2o
Toda mulher, independentemente de classe, raça, etnia, orientação
sexual, renda, cultura, nível educacional, idade e religião, goza
dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sendo-lhe
asseguradas as oportunidades e facilidades para viver sem
violência, preservar sua saúde física e mental e seu
aperfeiçoamento moral, intelectual e social." (Lei Maria da
Penha.2006).
No dia 27/04/2010 foi aprovado pelo senado um projeto de mudança na Lei Maria da Penha, de autoria da Senadora Marta Suplicy, permitindo outras pessoas possam prestar queixas em favor de mulheres agredidas pelos companheiros. Com isso, uma vizinha ou um amigo, por exemplo, que testemunhar uma agressão pode registrar queixa contra o agressor. Um dos principais objetivos é apoiar às mulheres agredidas, já que muitas delas, ainda não prestam queixa por medo dos seus companheiros. A Lei Maria da Penha, implantada em 2006, prevendo esse fato, já garantia a prisão preventiva dos acusados. No entanto, por falta de fiscalização, a segurança das mulheres vítimas de violência, nem sempre eram garantidas.
(www.mundodigital.unesp.br/webjornal/materia)
Agora, "Em briga de marido e mulher todos podem meter a colher".(Postais colecione
saúde da SMSDC)

O LAÇO E O ABRAÇO
Mário Quintana
Meu Deus! Como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando
voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está
dado o
laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso
cercado de
braço. É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no
vestido,
em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai
escorregando...
devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer
hora,
deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz:
laço
afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder
nenhum
pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
Beijosss, abraços e muitos laços
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